Dorgas, por mim

Se for pensar o que faz mal não são as drogas, é o abuso delas. Não é um cigarro que vai detonar seus pulmões, um baseado que te fará perder a memória e ficar ‘lerdão’, não é uma dose de vodka que te dará cirrose. Não é o uso que trás sequelas, mas sim o uso a longo prazo. A falta de equilíbrio.
É claro que é de um em um que a pessoa se vícia, por isso droga é uma coisa para os fortes haha, para os que tem controle e consciência de seus limites.
Baita hipocrisia dizer que droga é ruim. Se fosse de toda ruim não teriam usuários no mundo, certo? É tudo uma questão de custo-benefício. O efeito deve ser bom, prazeroso, mas tudo tem seu preço.
Antes de experimentar – de acender o primeiro baseado ou de tomar o primeiro doce – seja lá qual for a droga ilícita ou lícita, CONHEÇA, pesquise, saiba o que o excesso dela acarretará, quais os riscos de consumir, quais as chances de acabar viciando e depois sim, decida se vale a pena se deixar levar pela curiosidade. E em hipótese nenhuma use uma droga  como forma de fulga ou válvula de escape dos seus problemas, esse é o caminho do vício. Depois que o efeito passar você vai perceber que seus problemas continuam os mesmos e vai usar de novo e de novo e vai tá se enterrando…
Enfim, não é apologia, é só minha visão de que na vida, de um modo geral, são os excessos que fazem mal.

Nota: Não suponha que eu uso drogas só por esse post, é só meu modo de pensar. E o uso de “dorgas” foi intencional sim. RIARIARIA MANOLO

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