O que está por vir

Bem, fugindo de todas as minhas propostas de dois dias atrás para o blog resolvi postar um texto vago, segundo meu amigo Maicos, que na verdade é um relato para mim mesma de dias felizes que eu vivi e tenho medo de esquecer. Totalmente não científico ou qualquer coisa do gênero. Portanto se você não gosta de subjetividade agora é a hora de desistir dos próximos posts  haha. Fica aqui apenas o começo do que está por vir dessa história que eu fiz pra mim mesma.

Ainda lembro, com saudade, das sensações, sentimentos, gostos, sons, lugares e até mesmo alguns cheiros daqueles dias. Lembro das pessoas que provavelmente nunca tornarei a ver – o quarentão sem filhos, que particularmente foi o que mais me agradou; um cara meio desatento que estava farto de gírias jovens; aquela mulher de sotaque bem marcado passeando com um cachorro no shopping; um homem que temia ser assaltado e compartilhava dos mesmos sonhos que eu – mas lembro principalmente de um gigante menino que se transformava no telefone, uma menina com seus… dez anos?, uma mulher de coração enorme e acolhedor, e daquela menina bela de quinze anos – quase dezesseis, como ela sempre lembrava ao ser indagada sobre sua idade.

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